Marcos Roriz $:

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Qual a melhor distribuição GNU/Linux?

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Quando iniciamos no mundo GNU/Linux perguntamos ansiosamente e repetidamente “Qual a melhor distribuição GNU/Linux?”. Essa pergunta geralmente possui diferentes respostas, como:

  • “Para servidor use Debian/Red Hat”;
  • “Para desktop Fedora/Ubuntu”;
  • “*Buntus são pesados use Slackware ou Gentoo”;
  • “Para desenvolver dotNet/Mono nada melhor que openSuse”;
  • “Use o Arch Linux ou o Gentoo caso queira bleeding edge”;
  • E finalmente a resposta certa: “A que melhor se adequar a você no momento/atividade

A última resposta é a correta, porém, só com o tempo conseguimos amadurecer e compreender essa resposta. A partir das outras respostas começamos a famosa etapa conhecida como ‘distro hopping’. Que basicamente é pular de distribuição em distribuição até achar uma que seja sua cara. Depois de algum tempo e de passar por várias distribuições você adquire uma maturidade para compreender melhor o que é uma ‘distribuição GNU/Linux’.

Distro Hopping - Pular de Distribuições

Distro Hopping - Pular de Distribuições

Com o passar do tempo a distribuição torna-se cada vez mais invisível, e visualizamos a mesma como o resultado da integração de diferentes softwares. E nessa etapa que visualizamos que a resposta a pergunta, “Qual a melhor distribuição Linux?”. A resposta é “A que melhor se adequar a você no momento/atividade”. Uma distribuição GNU/Linux nada mais é do que integração de vários softwares. Se você quer rodar um servidor a melhor opção é uma distribuição que integre softwares estáveis. Se você quer rodar um sistema bleeding edge, “softwares mais recentes – porém mais fácil de se cortar (dar pau)”, use uma distribuição que lhe ofereça esse serviço. Outro exemplo, “Tenho que trabalhar com desenho”, qual distro integra os softwares que eu uso de maneira mais satisfatória?

Outra parte interessante é que as distribuições quase não diferem na configuração dos softwares (arquivos de configuração de software). Essa semelhança é devido as distribuições integrar geralmente os mesmos softwares. Ou seja, a verdadeira diferença é como os softwares são integrado e não na sua configuração, i.e., como os vários softwares são integrados entre si. Uma distribuição pode fornecer ferramentas para integrar e configurar um software no qual outra não distribui. Porém como a configuração do software geralmente é a mesma não existe vantagem em usar uma distribuição sempre para especializar nela.

A partir dessa análise usamos as distribuições como ferramentas, e não como religião. Essa é a chave da questão. Também gostaria de ressaltar a importância de rever as distribuições e não estagnar em somente uma. As distribuições não são estáticas, a cada dia surge novas distribuições ou surge novos softwares que adéquam uma distribuição a um uso ou não. No momento estou usando o Arch Linux por ser a distribuição que se adequá a minha vontade de usar softwares o mais recente possível, porém mesmo usando eu sempre fico de olho em outras distribuições que possam me servir (Fedora, Debian, *Buntus, OpenSuse, etc…).

Written by marcosroriz

June 7, 2009 at 11:35 pm

Posted in Linux, Open Source

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One Response

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  1. certainly like your web-site but you need to take a look at the spelling on several of
    your posts. A number of them are rife with spelling problems and I to
    find it very troublesome to tell the truth however I’ll surely come again again.

    Annie

    December 11, 2014 at 9:53 am


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